+ Quando um profissional é satisfeito? Por admin 26 janeiro 2010 as 9:35

Ao ser humano fica a missão da busca pela felicidade por seus próprios caminhos, respeitando as vontades e seus limites.

No mundo do trabalho vemos a insatisfação como resultante de escolhas erradas, ou então, de caminhos seguidos por indução de uma situação, na grande maioria das vezes por comodidade e ausência de reflexão.

Esse passado tem feito com que profissionais vivam presos pelo status adquirido, pelo valor financeiro de seus cargos, pela responsabilidade dos compromissos assumidos na vida pessoal e profissional.

Sabemos também que várias dessas pessoas insastifeitos no seu papel profissional nem sequer tem consciência desse fato e transformam o cotidiano em conflitos, territórios de guerras psicológicas e esquizofrênicas, até com a própria equipe de trabalho e família!

Na prática são decisões que deixam de ser tomadas, são relacionamentos mal resolvidos, são incoerências administrativas e/ou sentimentais.

A retomada do domínio da própria vida deve ser feita de modo gradual evitando quebras emocionais à pessoa e aos seus relacionamentos interpessoais. De nada adiantará rupturas bruscas, pois as conseqüências negativas, como as frustrações e laços desfeitos tendem ao desequilíbrio da saúde física e emocional.

As organizações cobram a competência / saúde emocional de seus profissionais, ou seja, é preciso estar equilibrado em todos os aspectos da vida pessoal e profissional e ao mesmo tempo ser coerente entre razão e emoção.

As exigências pela rentabilidade e produtividade deixam de ser somente financeiras e passam à esfera da qualidade de vida.

Assim como a Era do Dowsing trouxe profissionalismo, velocidade, conhecimento técnico; a Era da Qualidade resulta em procedimentos, em melhoria das competências técnicas, comportamentais e emocionais!

Líderes são gerenciadores do talento humano e devem preservar a satisfação de todos os membros da equipe de trabalho através de metas organizacionais da avaliação do desempenho, das atividades inerentes ao cargo, como também da competência comportamental.

Ações que valorizam, integrem e promovem o autoconhecimento e a busca pela felicidade de pessoas é recompensada (a organização) nos resultados positivos, manutenção da margem de lucro e sobrevivência da organização, a partir do sucesso, da satisfação do ser humano no seu papel social de trabalhador.

Portanto, um profissional está satisfeito quando consegue o equilíbrio e a sensação de prazer por algo bem feito em todos os aspectos da sua vida: pessoal, afetiva, trabalho, financeiro, familiar.

Cabem ao profissional traçar as suas metas, objetivos, definir o princípio do seu próprio bem estar e traçar o caminho para ao alcance da excelência na sua própria vida.

Coração e razão podem caminhar na estrada da vida, seja no campo do pessoal ou do trabalho, gerando bem estar – felicidade, onde sonhos tornam-se realidade.

Se ainda você, leitor, está perguntando a si mesmo, como?

Uma dica para ter a resposta: olhe a sua vida do alto, distancie da problemática diária e viagem ao seu interior com cuidado e respeito. Tenha certeza que encontrará a sua resposta.

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